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domingo, 21 de julho de 2013

Só Morto já pode ser encontrado no formato CD

“Só Morto”, o primeiro disco de um dos grandes nomes da MPB, está finalmente disponível em CD. O disco original foi lançado em 1970 e, por coincidência, chegou pela primeira vez ao formato CD como uma homenagem ao artista, que está completando 70 anos.


Jards - Filme de Eryk Rocha

Os 70 anos de Jards Macalé!!! Em Nova York, Jards e Eryk Rocha, filho de Glauber, assistiram às exibições concorridas e participaram de debates no MoMA, no Lincoln Center e em programas de TV. O músico e o cineasta têm mesmo o que comemorar, já que o filme foi aplaudido de pé e muito bem recebido pela crítica, com elogios e reportagens de destaque nos principais veículos de imprensa (Março de 2013).


Um Tributo a Clara Nunes, de Carla Visi

Uno de nuestros amigos de Brasil (Affonso Neto) comparte sus preferencias por el nuevo CD de Carla Visi - Um Tributo a Clara Nunes... 

¨Pura Claridademais novo CD de Carla Visi, um tributo a Clara Nunes, Achei fantástico por três motivos, É de Carlinha, É em homenagem a Clara Nunes e Porque Sou do Candomblé! Show!!!¨


domingo, 14 de julho de 2013

Ana Carolina canta atá debaixo d´água!

Para deixar de lado a imagem de cantora de baladas, Ana Carolina "mergulhou" fundo no pop. Com o novo disco "#AC" , ela solta o vozeirão característico em cima de uma programação eletrônica misturada com percussão. "Queria fugir do que eu fiz até então. Tentar fazer pop à minha maneira. Eu tinha ficado muito conhecida como cantora de baladas", avalia. Ainda assim, é a mesma Ana. As baladas são poucas, mas estão ali. 

Ana Carolina "mergulha" de cabeça no pop no novo disco, "#AC"

Em entrevista ao UOL, Ana comentou sobre a nova parceria com o músico Edu Krieger e com o coprodutor do disco, Alê Siqueira, que propôs a mistura no novo trabalho. "O eletrônico não parece tão quadrado com a percussão misturada. Formam uma boa dupla. Modernizar de alguma maneira, tentar fazer algo diferente, isso alimenta a carreira. Esse é um disco do groove", explica.

Um dos destaques do novo disco de Ana é Chico Buarque. Ele canta e entra na brincadeira de "Resposta da Rita", escrita pela cantora como contraponto ao clássico buarquiano "A Rita". "Maria Bethânia pediu para eu fazer uma resposta de 'A Rita'. Falei: 'vamos ver, não sei'. Comecei a fazer timidamente", conta Ana. Chico aprovou a resposta. "Quando ele aceitou participar vi que tinha aprovado. Foi bom ter esse aval. Ele se divertiu também na gravação".

A influência mais eletrônica também está no dia-a-dia. Ana batizou o disco pensando nas redes sociais. "#AC", com a hashtag característica do Twitter, reflete o vício da cantora com a internet. "Fico conectada não sei quantas horas por dia, almoço com o computador na minha frente, vou para o estúdio, canto com o laptop. Não escrevo com caneta e papel há um bom tempo. Estou completamente vitimizada pela internet", diz, aos risos.

Da vida moderna, adaptou as agruras de um relacionamento na música "iPhone". "Os benefícios e os probleminhas que o iPhone traz, não é? Essa coisa da pessoa que liga, você não atende e ele retorna bloqueado só para você atender. As mensagens que pulam na tela e todo mundo na mesa vê", brinca. 

As canções "Un Sueño Bajo El Agua", com participação de italiana Chiara Chivello, e "Leveza da Valsa", com Guinga, contrapõem o clima eletrônico do disco com, como ela mesma descreve, "harmonias sofisticadas". Ambas foram lançadas antes do disco ficar pronto e ganharam clipes dirigidos pela própria cantora. Nos futuros shows, no entanto, elas também podem cair na pista: "Estou pensando em fazer um show só com DJ. Uma balada rítmica", comenta.

Os tempos podem ser modernos, mas Ana ainda goza de uma popularidade que a acompanha desde o finzinho da década de 90. O disco, liberado para streaming no iTunes, na terça-feira (28), já tem duas canções nos folhetins globais "Amor à Vida" (com o novo single "Combustível") e "Flor do Caribe" ("Luz Acesa").

"Me considero uma cantora popular. Até por estar na novela, que é um publico grande. Se existe uma coisa que mantém a música popular brasileira sendo ouvida, é a telenovela. Você não tem exatamente um programa musical na TV. Sua música toca 10 segundos na novela e tem milhões de pessoas ouvindo. É um absurdo", avalia (Fonte - Uol MAIO DE 2013).